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Dicas práticas de utilização de banheiro alheios.


Final de ano se aproxima e com ele, surgem as famosas festas de Reveillon em locais públicos ou casas de amigos e parentes.

Se você já se programou através de nossa dica dada anteriormente (se não, clique aqui). Tudo bem!

Se ainda não, você corre o risco de passar a virada em um daqueles eventos tradicionais no meio das multidões; Seja em Copacabana (nunca fui, mas recomendo), na Avenida Paulista (já fui e não recomendo), em Itumbiara (já fui e recomendo) ou no Acre (não fui e não recomendo). Em qualquer um destes locais você com certeza irá beber muito, e  terá um problema que há anos assusta a humanidade:

A hora de usar o banheiro.

Os eventos públicos são conhecidos pela falta de um bem universal muito importante: banheiros adequados.

Nossa primeira dica é de como se comportar nas enormes filas que sempre surgem na hora de usar o banheiro coletivo em eventos públicos.

Uma poderosa dica que dou é: NÃO ENTRE EM PÂNICO!

Nunca! Jamais! Isso só irá complicar as coisas para você. Mantenha a calma e o pensamento positivo de que tudo irá dar certo.

Quem chega primeiro, usa primeiro

Se houver uma fila, multidão, corda de veludo, cordão de isolamento, fita policial “zebrada” em amarelo e preto ou até mesmo um display LCD com número de senha; isto quer dizer o óbvio: que todos que estão ali na sua frente irão usar o banheiro antes de você.

É a lei da sociedade, não adianta se desesperar. Este o sistema do lugar e pronto.

Guarde isto na sua mente: todo mundo que está presente na fila antes da sua chegada tem um direito dado por Deus de ir antes de você.

Portanto, não tente comprar lugar, furar fila, não fique gritando “que a organização do evento é uma merda”, “que o mundo é injusto” ou coisas do tipo. Resfrie o pensamento e pense que daqui a umas duas horas, será você que estará lá na frente, rindo dos coitados que estão no fim da fila.

Uma vez em um evento de fim de ano na Avenida Paulista, havia banheiros “unisex”. Caso isso ocorra, sempre opte pela fila onde a maioria seja do sexo masculina. Não é machismo. Os homens simplesmente tendem a ser mais rápido na casinha, devido ao seu…* * equipamento.

Banheiro não é salão de belezas, nem Sala de conferências.

Se você (tomara Deus) irá passar seu Reveillon em um evento elegante, onde a quantidade de banheiro é proporcional ao número de pessoas presente, ok.

Você pode usar o banheiro para se socializar com as pessoas, arrumar o cabelo, ver se tem patê nos dentes. As mulheres podem rir, chorar, fazer maldades, fofocar, se maquiar, fazer tudo o que quiserem. No entanto, se for um lugar onde há um banheiro para cada 64 pessoas e, ao olhar para trás, você vê uma multidão com os olhos marejados, saltitando com as pernas cruzadas, olhares de angústia e cara de aflito. Por favor, não faça onda no banheiro.

Crianças sempre precisam de banheiro

Se você for maluco ao ponto de levar o seu sobrinho, seu irmão mais novo ou qualquer criança para estes locais. Parabéns! Você é um idiota.

E irá pagar todos os seus pecados na hora de levá-las ao banheiro. Crianças são lentas, desarrumadas, rudes e fedidas. Portanto, não mande uma criança sozinha, pra usar estes banheiros públicos, a não ser nos casos em que você queira puni-los.

Na casa dos outros treine o “tiro ao alvo”

Eu fico até envergonhado de ter q dizer isto, mas, por favor, levante a tampa do vaso sanitário tipo… SEMPRE!

E fique de olho na mira para não fazer papelão. Se por um acaso você estiver enchergando três vasos sanitários, vale a dica dado ao Rocky Balboa: Mire no do meio.

Abraços

@danielpsv

Descendo a rua Augusta a 120 por hora


A revista Veja São paulo desta semana (13 de Novembro) fez uma materia de capa sobre a “rua das ruas”.

Conhecida no Brasil inteiro, a Rua Augusta sempre foi famosa graças as suas “Casas da luz vermelha”.

No entanto o que poucos sabem é que a prefeitura e os estabelecimentos estão reformulando a cara deste tão conhecido point e o tranformando em um roteiro a mais na noite paulistana.

“Bares, baladas, restaurantes e lojas movimentam o trecho central da rua, que reafirmou sua vocação boêmia, passou a atrair jovens frequentadores e virou ponto de encontro de várias turmas. Em consequência, o trânsito piorou e as calçadas ficaram sujas. Seja bem-vindo ao Baixo Augusta.”

A reportagem mostra ainda que com lojas, bares, restaurantes e casas noturnas bacanas, a rua atrai jovens de todas as tribos e deixa para trás a fama de decadente.

para quem quer morar nesta tão famosa rua, o aluguel nas imediações subiu mais do que a média da cidade. Entre 2005 e 2009, o preço de locação em São Paulo aumentou 35%. Nesse mesmo período, na região do Baixo Augusta, o aluguel de uma quitinete saltou de 330 para 600 reais (alta de 82%) e o de uma unidade de um dormitório variou de 590 reais para 930 reais (alta de 58%).

Para saber mais, leia a materia completa aqui.

 

Hoje é Festa lá no meu Apê…


Sim amigos e amigas, morar sozinho tem o seu lado difícil, de problemas, solidão, contas… Ai vocês me pergunta, mas será que só tem coisas ruins?

Eu lhes digo:  Não!! E hoje irei falar sobre a parte mais legal de morar sozinho que é:

A Festa no Apê.

festa01

Existem alguns segredos para uma boa Festa no Apê:

– Misturar um número infinito de pessoas, uma mais diferente do que a outra, em um espaço minúsculo, onde mal vivem 3 pessoas.

– Encher os convidados com um número não conhecido de bebidas. Vale tudo: Vodka vagabunda, cerveja quadrada, caipirinha com gosto de alho (porque não tinha nada pra amassar o limão e amassaram no socador de alho), leite de um mês atrás com jurupinga, água das plantinhas… Enfim, é líquido? Manda pra dentro.

– Não esquente muito a cabeça com comida. As pessoas dão pouca importância para este item. Nada de cozinhar, arroz, fazer lasanha, essas coisas. O segredo é comprar vários salgadinhos. Um monte de “Torcida” de tudo quanto é sabor resolve seus problemas.

-Esconda tudo, eu disse TUDO, que seja valioso para você, e que você não queira que quebre. Quadros, estátuas, livros, ursos de pelúcia, CDs, aparelhos de DVD, pratos, copos e seus animais de estimação. Essas coisas geralmente não duram mais de duas horas em um ambiente como esse.

– Não aceite em hipótese alguma “amigo do amigo” na sua festa. Geralmente eles não trazem nada, bebem mais que todo mundo, catam a menina que você ta afim, derrubam bebida no seu sofá e no outro dia não irão nem se lembrar da sua cara.

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