Mudança – A aventurar de morar só!


Uma bela manhã de sol na cidade de São Paulo, era Agosto de 2011 quando em um domingo de manhã meu vizinho chega e diz: “Jorge, o proprietário da casa deixou essa correspondência para você”.

Na tal carta estava escrito:

“Eu Jorge……. RG …….. CPF…….. endereço e tal…… não manifesto interesse em comprar esse imóvel, na ocasião deixo o proprietário livre para vender, trocar e negociar de qualquer forma desejada.

Não tive chance de escolha, a carta já falava o que ele queria ouvir e não o que eu queria falar! O certo é que depois de assinado e informado a data tinha noventa dias para sair.

Até assinar já era setembro e o proprietário me deu até Janeiro para sair de casa.

Começa a maratona.

Em apenas uma semana eu já estava engatilhando a carta de locação de uma nova casa, agora um apartamento próximo ao trabalho.

Foi quando em Outubro eu mudei para o novo endereço ai a coisa fica feia.

Morar só e ter que mudar é uma das piores coisas que pode acontecer quando você não espera. Dinheiro no novo contrato, dinheiro para mudança, dinheiro para novos móveis e utensílios de casa. Não sei o que acontece mais enquanto estamos na casa velha não falta nada e quando vamos mudar aparecem coisas que você não via há anos e ao arrumar na casa nova você tem que comprar coisas que não precisava e agora não consegue viver sem.

O bom é que agora esta tudo certo, já estou a dois meses na casa nova e as coisas começam a encontrar seu lugar. Morando a dois minutos do trabalho a pé!

Que assim seja a nova vida.

Morando só com 6 pessoas


Repúblicas

Republica de estudantes (portal G1)

Você passou no vestibular, porém a universidade é distante de casa. Começa agora uma nova etapa da sua vida: além de iniciar o ensino superior, terá que aprender a morar sozinho.

Distante de casa, a convivência em república pode ser a melhor solução. Afinal, você poderá contar com o apoio de pessoas amigas sempre que precisar, dificilmente se sentirá só e, melhor, poderá dividir as várias despesas que a nova fase envolve!

Maturidade financeira

Viver em república não significa somente aprender a dividir tarefas e ter responsabilidades. Ao optar por sair de casa, as pessoas devem ter consciência de que estão dando um passo importante na sua educação financeira.

Veja abaixo em quais aspectos você pode economizar ao morar em república e optar por dividir as despesas com os colegas.

Hora da refeição

Imagine ter que almoçar e jantar fora todos os dias. Por mais barata que seja a refeição, ela acaba por não ser saudável muitas vezes.

Por isso, na hora de morar em república, pode-se eleger alguém responsável por cozinhar, contanto que o restante arque com outros serviços!

Pense numa média de R$ 16 diários com alimentação. Isso resulta em uma despesa de R$ 480 em 30 dias. Com essa quantia, é possível ir ao supermercado e comprar quase duas cestas básicas!

Despesas mais “pesadas”

Morar sozinho é sinônimo de mais liberdade e segurança. Entretanto, dividir o valor do aluguel e do condomínio é bem interessante, já que essas são as duas contas que têm maior peso nas despesas.

Estes valores devem ser repartidos e pagos por todos os moradores, já que são fixos e facilitam na hora do “balanço” do final do mês. É importante também definir as datas para pagamento e cumpri-las.

Há também a possibilidade de negociação destes valores. Antes de ir morar em algum prédio ou casa, pergunte o valor do aluguel para os vizinhos. Isso lhe ajudará a verificar se está pagando caro demais.

Telefone: quem paga a conta?

As tarifas de telefone costumam ser caras, mas as dos aparelhos celulares superam. Por isso, prefira fazer as contas na ponta do lápis junto com os outros moradores de república, a pagar mais com o celular.

As contas devem ser analisadas e cada pessoa deve dizer quais ligações fez. Mesmo que alguma confusão aconteça, o valor pago ainda pode ser inferior ao que seria gasto no celular.

Além das ligações, a linha telefônica deve ser paga, mas este valor é fixo e pode ser dividido entre os moradores da república. Já no caso da internet, a utilização de provedores é cobrada nas contas de telefone e somente as pessoas que usam a rede devem dividi-la. ( porém isso nunca funciona então a melhor saída mesmo é celular pré-pago)

Mais contas…

Os móveis são de utilização de todos. Melhor do que dividir o valor de todos eles, é que cada pessoa arque com a compra de um deles, desde que os preços sejam parecidos. Isso facilita na hora em que alguém sair da república.

Mesmo com os cálculos feitos para o mês, algumas outras despesas podem surgir. Uma lâmpada quebrada, a máquina de lavar com problemas ou a necessidade de mais copos. Com mais pessoas para ajudar no pagamento, essas novas despesas não se transformam em um pesadelo no final do mês.

Acabo aqui as dicas financeiras para esse ano, espero que você saiba como e onde vai gastar o seu 13º salário, ou melhor, a segunda parcela dele né!? Com isso espero também ter ajudado durante os meus 6 últimos Post’s sobre finanças para quem mora só, você ter tomado alguma decisão importante quanto ao seu futuro e com a economia que vai fazer não esqueça de me convidar pra cervejada! mesmo que seja na República! Abraços.

Veja mais em portal G1 da rede Globo

@jorgecavalcante @sozinhocomigo

FONTE: http://www.financaspraticas.com.br

http://revista.vericia.com/tag/morar-sozinho/

Descendo a rua Augusta a 120 por hora


A revista Veja São paulo desta semana (13 de Novembro) fez uma materia de capa sobre a “rua das ruas”.

Conhecida no Brasil inteiro, a Rua Augusta sempre foi famosa graças as suas “Casas da luz vermelha”.

No entanto o que poucos sabem é que a prefeitura e os estabelecimentos estão reformulando a cara deste tão conhecido point e o tranformando em um roteiro a mais na noite paulistana.

“Bares, baladas, restaurantes e lojas movimentam o trecho central da rua, que reafirmou sua vocação boêmia, passou a atrair jovens frequentadores e virou ponto de encontro de várias turmas. Em consequência, o trânsito piorou e as calçadas ficaram sujas. Seja bem-vindo ao Baixo Augusta.”

A reportagem mostra ainda que com lojas, bares, restaurantes e casas noturnas bacanas, a rua atrai jovens de todas as tribos e deixa para trás a fama de decadente.

para quem quer morar nesta tão famosa rua, o aluguel nas imediações subiu mais do que a média da cidade. Entre 2005 e 2009, o preço de locação em São Paulo aumentou 35%. Nesse mesmo período, na região do Baixo Augusta, o aluguel de uma quitinete saltou de 330 para 600 reais (alta de 82%) e o de uma unidade de um dormitório variou de 590 reais para 930 reais (alta de 58%).

Para saber mais, leia a materia completa aqui.

 

O Diabo veste uniforme da Porto Seguro


 

diabo cobra seguro fiançaSair de casa é uma experiência maravilhosa. A sensação de liberdade, de poder, a idéia de que todas as portas se abrirão para você. Mais ai vem à hora de alugar um apê.

E o pesadelo começa.

Você, depois de muita procura encontrou aquele apartamento lindo, perto do metrô, o preço é acessível e passarinhos cantam na sua janela. Começa a dar entrada na papelada exigida pela imobiliária: holerites, CPF, RG, carteira de trabalho, exames de sangue, teste psicotécnico, tudo em sete vias com firma reconhecida e tudo mais.

Tudo corre bem, até você precisar de um fiador. Quem em sã consciência iria emprestar o nome para alguém dar como garantia de alguma coisa?

E o drama começa.

Do nada a imobiliária surge com a solução dos seus problemas, um serviço revolucionário chamado “seguro fiança”. Claro que você desesperado com medo de perder o seu tão sonhado apartamento aceita. Eu pago um ou dois aluguéis e, voilá não preciso de fiador, nem de depósito-caução, e o corretor disse que o pagamento do aluguel é garantido em caso de eventuais problemas financeiros meus!

E a maldição começa.

A imobiliária só esqueceu te avisar que o seguro-fiança, modalidade de garantia cada vez mais oferecida em São Paulo, é muito vantajoso mesmo – só que mais para o proprietário do que para você, pobre locador.

E a dúvida começa

Veja como o negócio funciona de verdade:

1. Você fica completamente à mercê do proprietário. É ele quem decide qual será a cobertura do seguro-fiança (danos à pintura? outros tipos de danos? cobertura de taxas de condomínio?), o que vai determinar o valor que você deverá pagar anualmente à seguradora. Varia entre um ou dois aluguéis por ano, como eu já disse.

2. Você nunca mais verá a cor desse dinheiro. Todo ano terá de desembolsar uma bela grana para renovar o contrato do seguro.

3. E se, por acaso, você não pagar o aluguel, o condomínio ou se recusar a refazer a pintura do apartamento quando entregar as chaves, o seguro provavelmente vai garantir tudo isso para o proprietário, mas colocando seu nome em todos os órgãos de proteção ao crédito possíveis!

Em suma: sua única vantagem na contratação de um seguro-fiança é a de não precisar de um fiador. E só.

E então você vendeu sua alma.

Ano passado, em completo desespero eu aceitei e fiz um seguro fiança com a Porto Seguro Seguros. Infelizmente desembolsei um valor muito alto nas parcelas (além do aluguel que eu já pagava) e por causa disso, tenho restrição no nome até hoje.

Ontem chegou a cartinha dizendo que eu terei que renovar o meu seguro fiança se quiser continuar morando onde estou. Mesmo tendo pagado um ano inteiro de aluguel rigorosamente na data certa, ainda terei que continuar participando deste maldito esquema entre proprietário – imobiliária – seguradora, que se especializaram em arrancar dinheiro de pessoas desesperadas.

Há um ano vendi minha alma ao diabo.

Este ano ele voltou para cobrar a segunda parte.